Um rei estrangeiro encerra o exílio e autoriza a reconstrução do Templo. Entenda por que a Bíblia o chama de ungido de Deus e como um decreto mudou destinos.
Pr. Reginaldo Santos
Um império, um rei e um plano surpreendente
Ciro reina de 559–530 a.C., une reinos e expande a Pérsia. Sem pertencer a Israel, ele entra na sua história como libertador. O que ligou seu trono ao plano divino?
Anunciado antes: Isaías cita Ciro pelo nome
Séculos antes, Isaías registra que Deus levantaria Ciro para restaurar Jerusalém e o Templo, chamando-o de ungido. Profecia audaciosa ou direção clara do céu?
A noite em que Babilônia caiu
Em 539 a.C., Ciro toma Babilônia e muda o destino dos exilados judeus. Ao invés de esmagar cultos, ele pensa diferente. Qual seria seu primeiro gesto oficial?
O decreto que abriu os portões
Ciro proclama: o povo de Deus pode voltar e reconstruir. Ele devolve utensílios do Templo e libera recursos. Zorobabel e Jesua lideram a volta. Mas a obra andaria sem tropeços?
Obra recomeça entre pressões e pausas
Altar erguido, alicerces lançados, oposição acesa. A construção para e depois retoma com novo fôlego sob outros reis, impulsionada por profetas. O legado de Ciro resistiria?
Por que Ciro virou símbolo de liberdade
Sua política de permitir retornos e cultos locais ecoa na história. Na Bíblia, Ciro é instrumento de Deus para restaurar um povo e um lugar. O que essa jornada ainda revela?
Leia o artigo completo sobre Ciro
Veja textos bíblicos, datas, líderes do retorno e detalhes do decreto.