Vilas cristãs sob ataques. Famílias dispersas. No centro do caos, Lazarus recusa o ódio e encontra força inesperada. Veja como a esperança o guiou quando tudo parecia perdido.
Pr. Reginaldo Santos
Quando a violência bateu à porta
No coração da Nigéria, grupos extremistas devastaram vilas cristãs e reduziram a cinzas casas e igrejas. Lazarus perdeu vizinhos e caminhos de vida. O que restou após a fumaça?
O dia em que tudo desabou
Entre gritos e correria, Lazarus juntou o que pôde e correu para salvar vidas. Ao voltar, encontrou ruínas e silêncio. Como seguir depois de tamanha perda?
A escolha: amargura ou fé em ação
O ressentimento chamava. Lazarus orou, respirou fundo e decidiu servir. Em vez de vingar, consolou viúvas e compartilhou o pouco que tinha. Por que essa decisão mudou tudo?
Cicatrizes que o olho não alcança
A dor não ficou só no corpo. Insônia, memórias intrusas, longos silêncios. Ele buscou consolo nas Escrituras, na música e no abraço da igreja. Dessa mistura nasceu uma coragem serena. Até onde ela o levaria?
Reconstruir sem perder a alma
Com amigos, ergueu abrigos, replantou roçados e reabriu a escola. Cada prego virava oração. Crianças voltaram a cantar. A comunidade respirou. O que sustenta esse fôlego nos dias escuros?
Esperança que o mundo não explica
Lazarus aprendeu a atravessar o vale sombrio sem se render. A fé não apagou a dor; transformou-a em coragem para dar o próximo passo. Qual o segredo por trás dessa esperança teimosa?
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