A Repressão aos Cristãos no Iémen: Fé, Resiliência e Bíblia
A repressão aos cristãos no Iémen atingiu um patamar de “vigilância total” neste início de 2026. Segundo os dados mais recentes do portal Portas Abertas, o país vive uma guerra civil que fragmentou o poder, mas unificou a perseguição aos seguidores de Jesus. Tanto nas áreas controladas pelo governo quanto nas zonas dominadas por milícias rebeldes, a repressão aos cristãos no Iémen é alimentada por uma cultura de denúncia, onde vizinhos e até familiares são encorajados a reportar qualquer “comportamento suspeito” que indique uma conversão ao cristianismo.

O Controle Digital e a Vida no Secreto
Um dos fatos mais alarmantes da atual repressão aos cristãos no Iémen é o uso da tecnologia para o monitoramento. Relatos indicam que milícias extremistas têm confiscado celulares em postos de controle para buscar aplicativos bíblicos ou mensagens de cunho cristão. Para o cristão iemenita, um simples “bom dia com um versículo” no celular pode significar uma sentença de prisão ou morte. Essa realidade força a Igreja a ser invisível. Como teólogo e estudante de psicologia, entendo que viver sob esse nível de estresse digital e físico exige que o fiel saiba como vencer a ansiedade com a palavra de Deus, buscando refúgio mental em meio ao cerco.
Fatos: A Ajuda Humanitária Negada
Outro ponto crucial da notícia é a discriminação na distribuição de ajuda humanitária. Em um Iémen devastado pela fome, a repressão aos cristãos no Iémen estende-se até o prato de comida. Famílias suspeitas de seguirem a Cristo são frequentemente excluídas das listas de distribuição de alimentos geridas por líderes locais. É uma tentativa cruel de “vencer pela fome”. Do ponto de vista bíblico, isso nos lembra que a fé no deserto é provada em necessidades básicas. É nesse cenário de carência extrema que a depressão e a esperança cristã se tornam temas urgentes, pois a fome física tenta derrubar a resistência do espírito.
Perspectiva Psicológica: O Efeito do Isolamento Social
A repressão aos cristãos no Iémen impõe o que chamamos na psicologia de “morte social”. Antes de serem presos, os cristãos são expulsos de suas tribos e clãs. No Iémen, não pertencer a uma tribo significa não ter proteção legal ou econômica. Esse isolamento severo ataca a saúde emocional, gerando sentimentos de abandono e desamparo.
Como acadêmico do 5º semestre de psicologia, vejo que a resiliência desses irmãos é um milagre psicológico. Eles encontram na “família da fé” (ainda que virtual ou secreta) o suporte que a família biológica lhes negou. Cuidar da saúde emocional na vida cristã em um contexto de guerra e perseguição é o que sustenta a sanidade desses fiéis sob tamanha repressão aos cristãos no Iémen.
Conclusão: Direção Bíblica para a Igreja Brasileira
Não podemos olhar para a repressão aos cristãos no Iémen apenas como uma estatística. A notícia da Portas Abertas é um chamado para a ação. A direção bíblica é clara: quando um membro sofre, todo o corpo sofre. No Amazonas, desfrutamos de liberdade para pregar, mas não podemos esquecer daqueles que, no Iémen, pagam com a própria vida pelo direito de dizer que Jesus é o Senhor. Que a nossa sabedoria nos leve a interceder por corredores humanitários que cheguem aos cristãos e por proteção divina contra a vigilância implacável.
Fonte da notícia: Portas Abertas Brasil
Sobre o Autor: Pr. Reginaldo Santos é casado com Grece Kelly há 22 anos e atua na Igreja Evangélica Assembleia de Deus no Amazonas. Teólogo com especialização em Psicologia Pastoral, é atualmente graduando em Psicologia (5º semestre). Seu ministério é focado em trazer uma palavra de sabedoria, direção bíblica e cuidado com a saúde emocional para a vida cristã.










