Perseguição da Rússia às Igrejas Ucranianas Entra no 5º Ano
Perseguição da Rússia contra as comunidades religiosas nos territórios ocupados da Ucrânia tornou-se uma ferramenta sistemática de controle à medida que o conflito entra em seu quinto ano em 2026. Relatos de líderes locais e organizações de direitos humanos, como o ICC, confirmam que congregações protestantes — especialmente batistas e evangélicas — são os alvos principais de batidas policiais e intimidação. Moscou busca agressivamente remodelar o cenário religioso para servir aos seus objetivos políticos, forçando igrejas a se registrarem sob leis russas. A perseguição da Rússia manifesta-se através de detenções de pastores, como Sergey Ivanov, e o confisco de propriedades, criando um ambiente onde a liberdade de culto é suprimida em favor da lealdade ao Estado invasor.
O Cerco às Igrejas Protestantes e Ortodoxas
A estratégia por trás da perseguição da Rússia visa eliminar qualquer influência da sociedade civil que não seja controlada pelo Kremlin. Pastores relatam que cultos são interrompidos e líderes são interrogados sob acusação de colaboração com o governo ucraniano. Essa tática de silenciamento assemelha-se a outros contextos de hostilidade contra a fé, como o que ocorre quando Cristãos são Perseguidos no México por cartéis que tentam dominar territórios e consciências. Na Crimeia e em outras regiões ocupadas, o clero ortodoxo que resiste à influência de Moscou também enfrenta despejos e assédio jurídico, provando que a perseguição da Rússia não poupa nenhuma denominação que mantenha sua independência espiritual.

Para nós da igreja no Brasil, observar esse cenário de repressão deve gerar um profundo senso de urgência e intercessão. O avanço da perseguição da Rússia sobre a liberdade religiosa é um sinal de alerta sobre como o poder estatal pode ser usado para amordaçar a Grande Comissão. Esse cerco administrativo e físico nos remete à Expulsão de Missionários na Turquia, onde o uso de leis de “segurança nacional” é a ferramenta para remover aqueles que pregam o Evangelho. A igreja brasileira precisa estar atenta, pois a perseguição muitas vezes começa com exigências burocráticas, mas o objetivo final é sempre o controle absoluto sobre a mensagem bíblica.
Perspectiva Teológica: A Soberania de Deus em Tempos de Opressão
Teologicamente, a perseguição da Rússia nos remete ao testemunho da igreja primitiva sob o Império Romano. Quando o Estado tenta se colocar no lugar de Deus, exigindo lealdade absoluta, a igreja é chamada à resistência fiel. O sofrimento dos pastores ucranianos não é um sinal de derrota, mas de que o Evangelho continua sendo uma ameaça aos sistemas que buscam a glória humana. Assim como os cristãos do primeiro século, os ucranianos nos territórios ocupados entendem que sua cidadania está no céu, e que nenhuma barreira política pode impedir o agir do Espírito Santo, que fortalece o remanescente fiel mesmo sob ameaça de prisão.
Perspectiva Psicológica: O Trauma da Ocupação e a Resiliência da Fé
Sob a ótica da psicologia pastoral, a perseguição da Rússia causa um estado de estresse crônico nas comunidades afetadas. Viver sob ocupação, onde o simples ato de ir à igreja pode resultar em interrogatórios, gera um trauma coletivo e sensação de desamparo. No entanto, a fé atua como um mecanismo de resiliência vital. O senso de propósito espiritual ajuda a manter a integridade emocional mesmo diante do confisco de bens e da perda da liberdade. Para o crente, a esperança escatológica funciona como uma âncora psicológica, permitindo que a identidade cristã permaneça intacta mesmo quando o ambiente externo é de total hostilidade e repressão.
Conclusão
A perseguição da Rússia às igrejas é uma realidade que clama por justiça. Precisamos interceder para que os líderes detidos sejam libertados e para que as congregações encontrem força para permanecerem firmes. Enquanto os impérios terrenos tentam expandir suas fronteiras através da força, a igreja de Cristo avança através da oração e da fidelidade. Que a igreja ucraniana seja revestida de uma unção de coragem e que a nossa igreja no Brasil nunca cesse de clamar por aqueles que sofrem por amor ao nome de Jesus.
Fonte Original: International Christian Concern (ICC)
Sobre o Autor: Pr. Reginaldo Santos é casado com Grece Kelly há 24 anos e atua na Igreja Evangélica Assembleia de Deus no Amazonas. Teólogo com especialização em Psicologia Pastoral, é atualmente graduando em Psicologia (5º semestre). Seu ministério é focado em trazer uma palavra de sabedoria, direção bíblica e cuidado com a saúde emocional para a vida cristã.










